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CURITIBA14/12/2012 - Atualizado em 19/02/2014

Hauer comemora os resultados de 2012

Moradores realizaram diversas ações, entre elas uma biblioteca comunitária

Na noite de quarta-feira, 12 de dezembro, os moradores do bairro Hauer em Curitiba, reuniram-se para falar sobre as ações realizadas no ano de 2012 e comemorar os resultados. Durante o ano, diversas ações foram realizadas – entre elas, destacam-se o Vizinho Solidário, o projeto da pista de skate para a praça Alfredo Hauer e a biblioteca comunitária implantada nos comércios locais.

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                                          para ampliarMoradores do Hauer comemoram as conquistas de 2012 (Foto: Divulgação)

A ação Vizinho Solidário foi iniciada em julho e já atinge boa parte da população do bairro. O projeto é um sistema comunitário de segurança, que consiste em estar atento às ações do vizinho, sem invadir sua privacidade. O principal ponto desse projeto é fazer com que os vizinhos se conheçam e saibam da rotina um do outro, para que, em qualquer situação suspeita, a polícia seja chamada. Para o presidente do Conselho Comunitário de Segurança (Conseg) do Hauer, Wilson Baptista, o sucesso da ação foi resultado da parceria entre o Conseg e a Rede. “Hoje, mais de duzentas casas participam do Vizinho Solidário e nenhuma delas foi assaltada”, disse.

O projeto da Pista de Skate já foi concluído e no ano que vem os moradores levarão a reivindicação até a prefeitura com um abaixo-assinado realizado no bairro. Para Wilson, várias entidades tinham esse mesmo projeto e com o apoio da Rede ele pôde sair do papel. “Eram várias entidades que buscavam um único objetivo e que não se comunicavam. Esse papel foi muito bem desempenhado pela Rede, que fez com que essas pessoas se encontrassem”, afirmou.

O projeto da biblioteca comunitária iniciou ainda em março de 2012 e acabou de sair do papel. A ideia surgiu do próprio sonho dos moradores e tem por objetivo incentivar a leitura. O projeto é simples: alguns comércios da região armazenam os livros, que podem ser emprestados por qualquer pessoa e devolvidos em qualquer um dos locais que fazem parte da iniciativa. Não existe burocracia, um fator que, para José Augustinho, comerciante do bairro que já iniciou a biblioteca, ajuda a criar consciência. “Não exigimos nada, nem telefone, nem cadastro”, explicou. “Isso ajuda a criar uma consciência e responsabilidade das pessoas, não só com relação aos livros, mas com outras questões de cidadania”, afirmou o comerciante.  José ainda comenta os elogios que tem recebido dos moradores do bairro. “Fiquei surpreso com a admiração por parte dos moradores. Em pouco tempo todos estarão participando do projeto”, comentou.

Por Laura Beal Bordin

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