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Entrevista03/07/2017

"Com a familiarização, os alunos percebem as vantagens", garante gerente do IEL

Em entrevista, João Eduardo Malheiros relata como os ambientes virtuais são vantajosos para os alunos que passam a ter autonomia no formato de estudo

Em um cenário dominado pela tecnologia, já era esperado que o aprendizado também seja impactado pelos métodos virtuais. Os ambientes virtuais ampliados (AVA), modelo em que o aluno estuda algumas disciplinas à distância, é realidade em muitas universidades ao redor do mundo e chega agora ao Colégio Sesi. Conversamos com João Eduardo Malheiros Pereira, gerente do IEL no Paraná, que explicou porque esse modelo é tendência e como os alunos podem se preparar para uma realidade que cada vez mais estará diante deles. 

Por que disciplinas em ambientes virtuais têm sido cada vez mais frequente em universidades em todo o mundo?

Disciplinas em ambientes virtuais, além de serem uma “linguagem” mais próxima do nosso jovem, que hoje respira tecnologia 24h por dia, traz uma autonomia ao aluno de poder estudar no momento que desejar. Isso vem de encontro à nova linha de educação chamada Flip classroom (sala de aula invertida) na qual o aluno estuda o conteúdo antes de estar na sala de aula e o momento presencial é destinado para tirar dúvidas e realizar trabalhos de modo a fortalecer ainda mais o momento de sala de aula, o que deixa a experiência muito mais rica. 

Quais as vantagens para o aluno em estudar nesse formato?

Além da autonomia, na qual ele tem acesso ao Ambiente Virtual de Aprendizagem em qualquer lugar, o tempo no colégio é destinado para ser melhor aproveitado com desenvolvimentos de outras competências, assim como processos educacionais inovadores e com Interatividade entre alunos, professores e tutores.

Por que há certo receio por parte dos alunos em se adaptar a esse modelo?

Tudo que é novo é encarado com desconfiança e receio, mas acredito que este modelo já está muito próximo do dia a dia dos jovens. A maior resistência se dá entre aqueles que preferem um modelo educacional mais clássico. Porém, com a familiarização com as ferramentas virtuais, os alunos percebem as vantagens. 

Quais os riscos que os alunos correm quando não se adaptam a esse modelo de estudo?

Os riscos estão mais no “medo” do novo, pois a adaptação acontece simultaneamente entre os alunos, escola e tutores, sendo este último um profissional que irá facilitar em muito a adaptação para os jovens de forma online. 

Há alguma dica para quem nunca estudou antes em ambientes virtuais?

Acredito que os alunos precisam abrir a cabeça para novas formas de estudo, nas quais se aproximam muito mais do dia a dia com o uso da tecnologia também como instrumento de aprendizagem.


João Eduardo Malheiros, gerente do IEL.